
O controle do ativo fixo envolve muito mais que simplesmente manter uma base de dados com o registro desses bens no formato adotado pela sua empresa. Acompanhar toda a dinâmica da movimentação desses itens, como novas aquisições, transferências e baixas, faz também parte dessa receita básica.
A diversidade de cruzamentos de informações para a produção de relatórios necessários à satisfação de acionistas e normas oficiais exige a constante aplicação de tecnologia e conhecimento de processos pertinentes às áreas de negócios que contemplam o assunto.
Em linhas gerais, o mapeamento do ativo imobilizado e seus respectivos registros representam somente as necessidades mais básicas desse controle. Como exemplo claro da abrangência dessa afirmação, deixar de atender com toda a conformidade necessária, as exigências conceituais e tecnológicas do Sistema Público de Escrituração Digital, no que se refere à recuperação de créditos dos tributos PIS – COFINS – ICMS, pode prejudicar sua empresa de forma irreversível.
Em dimensão ainda mais nobre e também mais complexa, o caminho da convergência às normas internacionais apontado pela Comissão de Pronunciamentos Contábeis - em atendimento às instruções da Lei 11.638 - inicia na formação das Unidades Geradoras de Caixa, e estabelecer esses agrupamentos de ativos fixos, bem como os constantes ajustes desses conceitos, requerem a aplicação de expertise em Engenharia Patrimonial.
O corpo técnico da ACS, aliado a parceiros de inegável competência, estará à sua disposição para colaborar nas ações que forem necessárias para alinhar essas questões.